Municipal

O DESEMPREGO EM NÚMEROS NO ALENTEJO* Um dos maiores flagelos que o país sofre é o drama do desemprego que atinge níveis dramáticos. O Alentejo apresenta também números que são preocupantes e reveladores do contexto social em que nos inserimos. Castelo de Vide está na cauda da lista, mas a autarquia está sensível à situação. Évora - 3930 Beja - 2320 Elvas - 1801 S. Cacém - 1760 Odemira -1643 P. Sor - 1579 Portalegre - 1551 Moura - 1527 Sines - 1439 Serpa - 1196 Estremoz - 926 M.-o-Novo - 809 R. Monsaraz - 729 Alcácer - 661 C. Maior - 645 Grândola - 644 F. Alentejo - 625 V. Novas - 584 Almodôvar - 542 Vila Viçosa - 510 Portel - 476 C. Verde - 467 Borba - 455 Ourique - 454 Redondo - 454 Aljustrel - 418 Arraiolos - 417 Alandroal -407 Nisa - 395 Mértola -331 V. Alentejo - 322 Vidigueira -330 Mora - 302 Cuba - 300 Sousel - 294 Avis - 274 Mourão -241 Fronteira -225 Crato - 219 Gavião - 211 Monforte -204 Barrancos - 196 A. Chão -184 C. VIDE - 165 Arronches -157 Marvão - 153 Alvito - 134 *fonte: site do Instituto do Emprego e Formação Profissional www.iefp.pt referentes ao mês de janeiro FICHA TÉCNICA Propriedade: Câmara Municipal de Castelo de Vide Projeto feito em parceria com as Juntas de Freguesia de N.ª Sr.ª da Graça, Santa M.ª da Devesa, Santiago Maior e São João Batista. Contactos: Rua Bartolomeu Álvares da Santa, 7320 Castelo de Vide e-mail: cm.castvide@mail.telepac.pt Tel.: 245 908 220 NIPC: 506 796 035 Expedição: Eletrónica e papel Diretor: Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide Coordenador: António Pita Redação: Ana Nunes e Susana Serra Composição e grafismo: António Manso Colaboradores: Ana Raimundo, Antónia Borba, Conceição Dias, Daniel Carreiras, Maria Joaquim Grincho e Maria José Miranda 2 Tiragem: 1000 exemplares Sumário Tema central Atualidades Valores da nossa terra Juntas de Freguesia Rostos do serviço público Prata da casa Olhares de fora Vidas ativas Curiosidades alfarrábicas Ficha Patrimonium Deliberações da câmara pag. 4-5 pag. 6-15 pag. 16-17 pag. 18-23 pag. 24 pag. 25 pag. 26 pag. 27 pag. 28 pag. 30-31 pag. 29

EDITORIAL CONSTITUINDO UM DIREITO FUNDAMENTAL DOS CIDADÃOS, A SEGURANÇA ASSUME NAS SOCIEDADES MODERNAS UM PAPEL DETERMINANTE NA QUALIDADE DA VIDA DEMOCRÁTICA E NA MANUTENÇÃO DA LIBERDADE E ORDEM PÚBLICA I ndiferente às profundas reformas que, ao longo de mais de um século, foram sendo implementadas na estrutura orgânica da GNR, esta instituição, desde a sua origem (1911), deteve sempre um papel vital e incontestável no sentimento coletivo das populações, enquanto Serviço determinante na segurança e proteção das comunidades e indivíduos. Por esta razão, a cooperação entre a GNR e a Câmara Municipal, tem ultrapassado as fronteiras das competências específicas das distintas esferas de poderes, sempre em prol de interesses comuns. O nosso arquivo municipal testemunha esta salutar cooperação estabelecida ao longo de décadas, na medida em que documenta inúmeros episódios da intervenção do poder municipal nas respostas às necessidades físicas do Posto local, não obstante este ser tutelado, como se sabe, pelo Ministério da Administração Interna (MAI). O edifício do Posto apresenta hoje debilidades estruturais profundas e volta a não reunir condições satisfatórias de funcionamento. Esta realidade prejudica naturalmente o desempenho e a capacidade de ação da GNR, bem como belisca a dignidade da própria Força. Neste contexto, a Câmara Municipal, conjuntamente com os sucessivos comandos territoriais, tem vindo nos últimos anos a exercer, insistentemente, a influência da magistratura no sentido de sensibilizar superiormente a tutela para a urgência da obra de requalificação do edifício. Como sabemos, compete ao Governo orientar a sua ação no sentido de Antigo projeto do posto da GNR garantir a segurança subjetiva e objetiva dos nossos concidadãos, através do aprofundamento do policiamento de proximidade, da intensificação da cooperação institucional, promovendo, para o efeito, a qualificação dos meios. Mas tal desiderato ficará inevitavelmente comprometido se a montante não existirem espaços físicos condignos, que permitam garantir a operacionalidade e a maximização dos recursos, e, simultaneamente, relevem o prestígio da missão pública e dos seus militares. Cientes desta realidade, o MAI e a Câmara Municipal protocolaram recentemente as condições para a resolução desta carência infraestrutural, acordando que, com recurso ao financiamento do Quadro de Referências Estratégico Nacional (85%), o Governo disponibilize 10%, enquanto a Autarquia assume 5% do valor total que ascende a 318.623,28€, para além dos encargos do projeto e da obrigação de assegurar o reforço da respetiva cabimentação em orçamento municipal, na medida em que a Autarquia se constituiu promotora da obra. Esta opção política, suportada por deliberações unânimes do Município, reflete, assim, a conjugação de esforços para que os militares da GNR de Castelo de Vide possam brevemente vir a desenvolver a sua atividade de Serviço Público num espaço que detenha a modernidade, o conforto e as condições exigíveis para a ação e operacionalidade intrínsecas ao funcionamento desta Força. A aplicação destas verbas municipais irão dotar o Concelho de mais um equipamento público, que não obstante ser secular, apresentará a qualidade ajustada à dimensão da GNR do séc. XXI. António Ribeiro Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide 3

www.iefp.pt, cm.castvide@mail.telepac.pt, www.web-emprego.com, www.visitalentejo.pt/fotos/editor2/newsletter/newsletter_fevereiro_2013.pdf, www.cm-castelo-vide.pt, www.castelodevide.pt, www.iefp.pt, www.impulsojovemportugal.pt
www.publitas.com, www.publitas.nl
Municipal main

http://interactivepaper.pai.pt/data/8ab2bd4f4403dac7014406ec878d002f/images/zoom_page_2.jpghttp://interactivepaper.pai.pt/data/8ab2bd4f4403dac7014406ec878d002f/images/zoom_page_3.jpg
We have detected that you do not have the Flash player installed.
Please click here to download the Flash plugin.




Don't show message again.